Verdade e amor — Autores diversos


Capítulo 16


Centro Espírita Luiz Gonzaga n

(Um marco muito importante na sua tarefa)

Mensagem referente à nova sede do Centro Espírita Luiz Gonzaga, de Pedro Leopoldo (MG), 14 de setembro de 1949.


[Observação:  Todo o conteúdo inicial da mensagem original foi omitido, indicadores 1 a 8.]

Quanto aos programas do Centro de Pedro Leopoldo, não suponham vocês que nos apossaremos dele tão somente depois da inauguração de suas paredes materiais.

Desde o [primeiro] dia que marcou a determinação do local, com os termos de aquisição e escritura, já nos achamos em tarefa viva por delinear-lhe os “contornos espirituais,” com vistas aos nossos objetivos.

Para lá, já foram transferidos todos os serviços de assistência imediata a irmãos perturbados e sofredores. E nos mil e quinhentos metros quadrados de terra, dedicados aos fins a que nos reportamos, temos instalações fluídicas [mas] tão sólidas quanto as de vocês, funcionando em ação socorrista.

Os livros recebidos na cidade, de acordo com as informações que a tarefa de vocês veicula atraem diariamente novos pensamentos e novas entidades para aqui. O recanto em que trabalham (aqui me refiro ao centro urbano) transformou-se num telégrafo que enormes multidões procuram aflitas ou desoladas.

Cada pessoa que o livro une espiritualmente à cidade para ela envia “alguma cousa” que nem sempre é muito agradável.

E se é verdade que o espaço é infinito, precisamos de algum espaço para satisfazer, logicamente, as nossas necessidades.

Desse modo, a definição do centro constituiu, só por si, uma providência muito feliz.

Diversos ângulos de luta foram aliviados.

Aquela terra, agora, é bem dos Espíritos desencarnados que, de algum modo, lhe povoam a extensão.

Não pensem, contudo, que estejamos sem luta.

A luta se fez mais clara pelo estabelecimento de linhas apropriadas.

A organização não podia, de modo algum, perseverar em família isolada.

Precisava situar-se para melhor projetar-se.

Os conflitos são naturais.

Os embates de opiniões e ideias são impositivos do aperfeiçoamento e da sublimação.

Felizmente, cada realização vem a seu tempo, e essa bênção só seria suscetível de obtenção, depois do serviço do livro tão adiantado quanto possível.

Abrem-se novos campos. Outros horizontes se desdobram.

Esta é a jornada daqueles que avançam, porque os entediados e ociosos de todos os tempos preferem esperar as transformações ao pé de leitos repousantes.

Quem caminha, porém, domina a viagem.

A vanguarda é, sem dúvida, muita vez dolorosa pelas responsabilidades que acarreta, mas o que sobe a montanha de pés ensanguentados é quem recebe a primeira mensagem da luz dos cimos. [Deus nos proteja.]

[Falta o final da mensagem, indicadores 14 a 16.]


Neio Lúcio



[1] O título entre parênteses é o mesmo da mensagem original e seu conteúdo, com grandes cortes, diferindo nas palavras [entre colchetes], consta de uma mensagem familiar do Prof. Arthur Joviano (Neio Lúcio reencarnado); cujo original, na íntegra, foi publicado em 2010 pela editora VL e é a 22ª lição do livro “Colheita do bem.” — Esse capítulo foi restaurado: Texto restaurado.


Texto extraído da 1ª edição desse livro.

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